No início de um novo milénio, que é também a fronteira de outra era histórica, ainda faz sentido pensar no futuro próprio de um Portugal integrado na União Europeia enquanto a globalização acelera num ritmo que parece imparável? Este é o ensaio de uma justificação do dever de responder sim. E se todos parecem estar de acordo com a premente necessidade do que se tem designado por reformas estruturais, a realidade mostra que o consenso é apenas formal, porque não se conhecem os fundamentos, nem mesmo os simples propósitos, de concepções alternativas – desde o redesenho do Estado soberano até à construção de novas soluções nos domínios da educação, da saúde, da justiça, da fiscalidade ou do trabalho. De fora do consenso nominal, o presente ensaio tenta contribuir para a definição de um conceito estratégico para o futuro de Portugal.
Sinopse
No início de um novo milénio, que é também a fronteira de outra era histórica, ainda faz sentido pensar no futuro próprio de um Portugal integrado na União Europeia enquanto a globalização acelera num ritmo que parece imparável? Este é o ensaio de uma justificação do dever de responder sim. E se todos parecem estar de acordo com a premente necessidade do que se tem designado por reformas estruturais, a realidade mostra que o consenso é apenas formal, porque não se conhecem os fundamentos, nem mesmo os simples propósitos, de concepções alternativas – desde o redesenho do Estado soberano até à construção de novas soluções nos domínios da educação, da saúde, da justiça, da fiscalidade ou do trabalho. De fora do consenso nominal, o presente ensaio tenta contribuir para a definição de um conceito estratégico para o futuro de Portugal.Ficha Técnica
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