«Estarei acordado, estarei a sonhar? Nunca mais conseguirei saber.
Shakespeare sabia: "Somos feitos da mesma matéria de que são feitos os
sonhos."»
António Valadares, escritor, vive submerso num sonho
obsessivo e recorrente, de onde não há fuga possível. Numa derradeira
tentativa de encontrar um sentido naquilo que não o tem, aventura-se a
escrever sobre a sua vida onírica. Tem assim início uma viagem a um
mundo repleto de situações ilógicas e incontroláveis, de intrigas e
contradições; um mundo onde personagens reais e fictícias convivem e se
fundem.
O que ele não prevê é que o seu empenho em narrar o
inenarrável o aprisionará num caleidoscópio de sonhos e obsessões onde
realidade e sonho, sonho e ficção já não se distinguem e o próprio
espaço e tempo são subvertidos, desde a discussão com Lenine e Trotsky
em plena revolução russa até às manifestações em Lisboa e à Mão
Invisível que invade a vida e o sonho.
Sinopse
António Valadares, escritor, vive submerso num sonho obsessivo e recorrente, de onde não há fuga possível. Numa derradeira tentativa de encontrar um sentido naquilo que não o tem, aventura-se a escrever sobre a sua vida onírica. Tem assim início uma viagem a um mundo repleto de situações ilógicas e incontroláveis, de intrigas e contradições; um mundo onde personagens reais e fictícias convivem e se fundem.
O que ele não prevê é que o seu empenho em narrar o inenarrável o aprisionará num caleidoscópio de sonhos e obsessões onde realidade e sonho, sonho e ficção já não se distinguem e o próprio espaço e tempo são subvertidos, desde a discussão com Lenine e Trotsky em plena revolução russa até às manifestações em Lisboa e à Mão Invisível que invade a vida e o sonho.
Ficha Técnica
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