O presente estudo analisa as transcendências e a corporalidade do tribalismo urbano de São Paulo sobre o prisma da comunicação, tece suas dinâmicas, relações temporais e vertentes espaciais. Discute as transformações perceptivas que afetam esses grupos na relação com o tecido urbano e verifica a suas identidades, resistências, transcendências e territórios. Tece, ainda comparações com o tribalismo internacional das festas raves, discutindo seus estados alterados de consciência o uso das novas drogas. Dessa comparação identificamos algumas (re)significações e (re)elaborações do sentir em seus ritos tribais.
Sinopse
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