«As narrativas que integram este livro falam de indivíduos que não
pertencem à categoria dos mártires nem dos anacoretas nem dos santos
influentes. Em rigor, não são santos ou são-no numa terceira categoria
que a Igreja não reconhece e até condena. A maioria destes santos que o não são parte de uma ideia equivocada, de
um trauma psicológico. Como a sua luta é interior e ninguém se interessa
pelo seu aspeto, quase não têm representação grá-fica. Em
contrapartida, são os favoritos da literatura, por razões óbvias. Dom
Quixote, Hamlet e o capitão Ahab são exemplos válidos, a literatura
russa alimenta-se deles.» Do Prólogo
Sinopse
A maioria destes santos que o não são parte de uma ideia equivocada, de um trauma psicológico. Como a sua luta é interior e ninguém se interessa pelo seu aspeto, quase não têm representação grá-fica. Em contrapartida, são os favoritos da literatura, por razões óbvias. Dom Quixote, Hamlet e o capitão Ahab são exemplos válidos, a literatura russa alimenta-se deles.» Do Prólogo
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