Os três autores aqui reunidos — Meister Eckhart (1260-1328), Angelus Silesius (1624-1677) e Paul Celan (1920-1970) —, apesar da sua distância no tempo, parecem ter uma mesma vocação: criar uma linguagem que escape a toda a pretensão interpretativa. Quando lemos os seus textos poéticos não podemos deixar de pensar que nenhuma imagem pode ser extraída do seu contexto de escrita sem que com isso caia esfarrapada na sua resistência a ser transferida para conceitos. E por isso os lemos uma e outra vez, com a esperança de que as potentes imagens que brilham atrás dos corpos de escrita percam com o tempo o seu significado aparente e se convertam depressa em presenças. Esta leitura procura criar as condições para uma compreensão na qual significado e presença não discorram por caminhos diferentes, e deste modo contribuir para uma aproximação possível a tão impossível expressão poética.
Sinopse
Os três autores aqui reunidos — Meister Eckhart (1260-1328), Angelus Silesius (1624-1677) e Paul Celan (1920-1970) —, apesar da sua distância no tempo, parecem ter uma mesma vocação: criar uma linguagem que escape a toda a pretensão interpretativa. Quando lemos os seus textos poéticos não podemos deixar de pensar que nenhuma imagem pode ser extraída do seu contexto de escrita sem que com isso caia esfarrapada na sua resistência a ser transferida para conceitos. E por isso os lemos uma e outra vez, com a esperança de que as potentes imagens que brilham atrás dos corpos de escrita percam com o tempo o seu significado aparente e se convertam depressa em presenças. Esta leitura procura criar as condições para uma compreensão na qual significado e presença não discorram por caminhos diferentes, e deste modo contribuir para uma aproximação possível a tão impossível expressão poética.Ficha Técnica
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