Neste livro o autor não questiona uma Angola em desmoronamento, em fragmentação ou em revolta. Através de uma hábil articulação temporal, o autor, se nos faz mergulhar no passado desse país, fá-lo porém no sentido de nos confrontar com uma área geopolítica há muito situada perante os desafios da modernidade ocidental. Desejosos e à altura de dignificar esses desafios, indivíduos, grupos sociais e movimentos vários desde cedo se envolveram, ou se viram envolvidos, na dinâmica de um processo de construção de Angola enquanto país. Entre eles, os movimentos proféticos e messiânicos, desconfiando e simultaneamente aderindo a certas formas dessa modernidade, integrando e rejeitando algumas das suas tradições, ajudaram a consubstanciar a ideia de nacionalismo, numa construção que faz de Angola um caso particular não apenas em relação à África que a circunscreve, mas também à África de colonização portuguesa.
Sinopse
Neste livro o autor não questiona uma Angola em desmoronamento, em fragmentação ou em revolta. Através de uma hábil articulação temporal, o autor, se nos faz mergulhar no passado desse país, fá-lo porém no sentido de nos confrontar com uma área geopolítica há muito situada perante os desafios da modernidade ocidental. Desejosos e à altura de dignificar esses desafios, indivíduos, grupos sociais e movimentos vários desde cedo se envolveram, ou se viram envolvidos, na dinâmica de um processo de construção de Angola enquanto país. Entre eles, os movimentos proféticos e messiânicos, desconfiando e simultaneamente aderindo a certas formas dessa modernidade, integrando e rejeitando algumas das suas tradições, ajudaram a consubstanciar a ideia de nacionalismo, numa construção que faz de Angola um caso particular não apenas em relação à África que a circunscreve, mas também à África de colonização portuguesa.Ficha Técnica
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