A bibliografia científica sobre o trabalho forçado africano incidiu desde o seu início (há mais de quatro décadas) sobre a reconstituição dos fluxos migratórios. Quantos foram?, de que regiões africanas?, para onde?, quando? começaram por ser as perguntas a que um prodigioso esforço colectivo de investigação praticamente já respondeu. A questão do como está agora no centro do debate. A produção do escravo, premissa desse movimento migratório de milhões que durou séculos, é um processo menos conhecido. O que se passava no interior das sociedades africanas para delas saírem mercadorias humanas? Como eram estas aspiradas a partir do exterior? E como foram fisicamente deslocadas? A síntese apresentada neste volume, que reúne alguns dos últimos trabalhos discutidos nos encontros do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, tenta entrar na caixa negra das migrações que fizeram o mundo moderno.
Sinopse
A bibliografia científica sobre o trabalho forçado africano incidiu desde o seu início (há mais de quatro décadas) sobre a reconstituição dos fluxos migratórios. Quantos foram?, de que regiões africanas?, para onde?, quando? começaram por ser as perguntas a que um prodigioso esforço colectivo de investigação praticamente já respondeu. A questão do como está agora no centro do debate. A produção do escravo, premissa desse movimento migratório de milhões que durou séculos, é um processo menos conhecido. O que se passava no interior das sociedades africanas para delas saírem mercadorias humanas? Como eram estas aspiradas a partir do exterior? E como foram fisicamente deslocadas? A síntese apresentada neste volume, que reúne alguns dos últimos trabalhos discutidos nos encontros do Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, tenta entrar na caixa negra das migrações que fizeram o mundo moderno.Ficha Técnica
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