Um romance frontalmente erótico, sim, escrito, assumido por uma mulher,
que nos franqueia sem ambages o universo dos desejos, das práticas, dos
prazeres femininos. Aliás na fronteira entre erotismo e pornografia, que
é aliás difusa e mais ou menos convencional, para não dizer hipócrita. O
que chama este romance para o terreno da literatura, salvando-o de
qualquer semelhança com simples relatos de cama desenvoltos, é a
qualidade da escrita. Em termos muito simples, Maria Isabel Moura é uma
contadora de histórias da linha de Sade, de Henry Miller, de Anais Nin.
Sinopse
Ficha Técnica
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