Legalizar o Testamento Vital e uma conquista civilizacional. Porque ,
porque plasma no subconsciente dos Portugueses o referencial ético
nuclear das sociedades plurais que e a possibilidade de cada um de nos
efectuar escolhas livres. Neste contexto, a Associação Portuguesa de
bioética efectuou em 2006 uma proposta a Assembleia da República de
legalização das Directivas Antecipadas de Vontade tendo esta proposta
suscitado um intenso debate nacional sobre a importância e a
legitimidade do Testamento Vital. Nessa ocasião a generalidade das
forças vivas da sociedade aceitou de bom agrado esta sugestão,
justamente porque a sociedade portuguesa esta hoje plenamente convicta
das virtualidades do exercício do direito a liberdade de
auto-determinação individual. Este livro pretende efectuar uma reflexa o sobre as bases teóricas que
fundamentam o Testamento Vital. No plano ético e no pano jurídico. Da
liberdade ética da pessoa mergulha-se na problemática da criação de uma
nova ética social, do seu impacto na medicina, e no consequente
surgimento dos cuidados paliativos. Mas, a tónica central e o Testamento
Vital. Com verdade e transparência, sem qual-quer reserva intelectual,
todos estes temas são abordados com a profundidade necessária para que
qualquer cidadão possa decidir em consciência se deseja ou na o efectuar
uma Directiva Antecipada de Vontade. Mas este livro e também uma homenagem a sociedade plural. Porque só numa
sociedade verdadeiramente pluralista seria possível uma organização
não-governamental - como a Associação Portuguesa de Bioética -
influenciar decisiva-mente o legislador de modo a tornar o Testamento
Vital uma prioridade legislativa.
Sinopse
Este livro pretende efectuar uma reflexa o sobre as bases teóricas que fundamentam o Testamento Vital. No plano ético e no pano jurídico. Da liberdade ética da pessoa mergulha-se na problemática da criação de uma nova ética social, do seu impacto na medicina, e no consequente surgimento dos cuidados paliativos. Mas, a tónica central e o Testamento Vital. Com verdade e transparência, sem qual-quer reserva intelectual, todos estes temas são abordados com a profundidade necessária para que qualquer cidadão possa decidir em consciência se deseja ou na o efectuar uma Directiva Antecipada de Vontade.
Mas este livro e também uma homenagem a sociedade plural. Porque só numa sociedade verdadeiramente pluralista seria possível uma organização não-governamental - como a Associação Portuguesa de Bioética - influenciar decisiva-mente o legislador de modo a tornar o Testamento Vital uma prioridade legislativa.
Ficha Técnica
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