Uma visão revolucionária da obra de Teixeira de Pascoaes, um dos maiores
poetas portugueses de todos os tempos, pela transfiguração marrana da
Saudade em Kabbalah e Maçonaria...
«Um livro é novo e é grande
quando amplia de um modo radicalmente diferente o tema em estudo. Dito
de outro modo, quando abre um rasgão no conhecimento possuído e
cristalizado sobre o tema em apreço, revolucionando-o. São livros, mais
do que destinados ao leitor individual, destinados à história do
pensamento, fazendo acrescer uma nova dobra no horizonte da
historiografia cultural. É este o estatuto de 'Teoria Nova da Saudade',
de Pedro Martins.»
Miguel Real in Prefácio
«Pedro
Martins é um punho seguro, que domina qualquer solavanco, mostrando-se
capaz de pôr mão no boleio da frase, organizando-a como um contínuo vivo
e ondulante, em que as palavras justas surgem nos lugares certos. O
resultado é uma construção sólida, revelando uma mestria e uma finura
admiráveis, que mereciam aqui uma nota explicativa. Convenço-me porém
que o leitor deste livro sabe do que falo, tão evidente e tão luminoso é
o seu opulento edifício discursivo.»
Sinopse
«Um livro é novo e é grande quando amplia de um modo radicalmente diferente o tema em estudo. Dito de outro modo, quando abre um rasgão no conhecimento possuído e cristalizado sobre o tema em apreço, revolucionando-o. São livros, mais do que destinados ao leitor individual, destinados à história do pensamento, fazendo acrescer uma nova dobra no horizonte da historiografia cultural. É este o estatuto de 'Teoria Nova da Saudade', de Pedro Martins.»
Miguel Real in Prefácio
«Pedro Martins é um punho seguro, que domina qualquer solavanco, mostrando-se capaz de pôr mão no boleio da frase, organizando-a como um contínuo vivo e ondulante, em que as palavras justas surgem nos lugares certos. O resultado é uma construção sólida, revelando uma mestria e uma finura admiráveis, que mereciam aqui uma nota explicativa. Convenço-me porém que o leitor deste livro sabe do que falo, tão evidente e tão luminoso é o seu opulento edifício discursivo.»
António Cândido Franco in Posfácio
Ficha Técnica
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