Este II volume completa, de alguma forma, o anterior (já reeditado), na medida em que aborda não apenas o problema da contextualização, baseado unicamente na tradição africana, mas apresenta também os autores que enfrentaram a questão da libertação da África, no contexto socioeconómico e político, sem negligenciar, a questão fundamental da inculturação da mensagem evangélica. Os autores tiveram ainda o cuidado de a ele anexarem o manifesto de 1977 da Associação Ecuménica dos Teólogos Africanos, que ficou conhecido por Declaração de Acra.
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