Eric Hobsbawm nasceu há quase cem anos e cresceu em Viena e Berlim. Na fase inicial da sua vida, encontrava-se na posição ideal para observar uma época de profundas mudanças sociais e artísticas. No início do século XX, a cultura burguesa fin-de-siècle confrontou-se com uma miríade de novos movimentos e ideologias, do comunismo e do nacionalismo extremo ao dadaísmo e ao aparecimento da tecnologia de informação. Em Tempos de Rutura, Hobsbawm, com a sua verve característica, deslinda um século de fragmentação, examinando as condições que tanto determinaram o florescimento da Belle Époque como retiveram as sementes da sua desintegração. Apaixonado mas nunca sentimental, estende-se livremente sobre o seu tema, registando o desvanecer da idade de ouro do «intelectual livre» e explorando as vidas de vultos esquecidos. O autor analisa ainda a relação entre a arte e o totalitarismo, e disseca fenómenos tão diversos como o surrealismo, a emancipação das mulheres e o mito do cowboy norte-americano. Escrita com imaginação e mestria, Tempos de Rutura é a derradeira obra de um dos mais proeminentes pensadores dos tempos modernos.
Sinopse
Ficha Técnica
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(0 comentários dos leitores)Críticas Literárias
por: The New York Times em: 00 0000
por: The Daily Telegraph em: 00 0000