A crítica não ficou indiferente a um testemunho pungente que nos toca o coração. «Em Tempo para Falar,
Helen Lewis traça-nos um mapa do Inferno e, ao fazê-lo, oferece-nos uma
obra de arte sem mácula. Nunca põe um pé em falso ao guiar-nos através
de uma paisagem de pesadelo. A sua voz não se altera, o seu estilo
permanece simples. Uma forma modesta de se exprimir que esconde a
angústia da recordação.» Michael Longley
«É a história de um
sofrimento quase inacreditável, mas contada de uma maneira que quase
infunde alegria no leitor… notável pela sua simplicidade e lucidez
elegíacas, pelo ímpeto irresistível, pela integridade insuperável e pela
impressionante ausência de autocomiseração e rancor. Em suma, de
abordagem fácil, empolgante e de uma honestidade evidente… todos deviam
lê-la.» Independent
«O que distingue este livro de todos os
relatos em primeira mão do Holocausto é a capacidade evidenciada por
Lewis para descobrir traços de humanidade, onde, com toda a justiça, não
tinha razões para os ver… recusa-se a desumanizar mesmo aqueles que
tentaram arrancar-lhe tudo quanto tinha de humano - um feito raro para
qualquer pessoa na sua situação.» Guardian
Sinopse
«Em Tempo para Falar, Helen Lewis traça-nos um mapa do Inferno e, ao fazê-lo, oferece-nos uma obra de arte sem mácula. Nunca põe um pé em falso ao guiar-nos através de uma paisagem de pesadelo. A sua voz não se altera, o seu estilo permanece simples. Uma forma modesta de se exprimir que esconde a angústia da recordação.» Michael Longley
«É a história de um sofrimento quase inacreditável, mas contada de uma maneira que quase infunde alegria no leitor… notável pela sua simplicidade e lucidez elegíacas, pelo ímpeto irresistível, pela integridade insuperável e pela impressionante ausência de autocomiseração e rancor. Em suma, de abordagem fácil, empolgante e de uma honestidade evidente… todos deviam lê-la.» Independent
«O que distingue este livro de todos os relatos em primeira mão do Holocausto é a capacidade evidenciada por Lewis para descobrir traços de humanidade, onde, com toda a justiça, não tinha razões para os ver… recusa-se a desumanizar mesmo aqueles que tentaram arrancar-lhe tudo quanto tinha de humano - um feito raro para qualquer pessoa na sua situação.» Guardian
Ficha Técnica
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