Há várias formas de escrever bem: há escrever correctamente e há ser escritor. O Afonso Cabral é escritor, percebe a palavra e as palavras capazes de recriar e criar. Esta crónica dos finais de Portugal em Angola é, por isso muito especial, pois junta à substância e à verdade existenciais a forma de as contar. Esta tragédia e comédia de todos – militares portugueses, políticos portugueses, portugueses em fuga, portugueses do PREC, portugueses do contra--PREC, civis, angolanos, angolanos dos movimentos armados, básicos, chefes – está nos capítulos desta história, que são aqui como as estações de uma via-sacra ou as passagens de uma viagem ao fim da noite
Sinopse
Há várias formas de escrever bem: há escrever correctamente e há ser escritor. O Afonso Cabral é escritor, percebe a palavra e as palavras capazes de recriar e criar. Esta crónica dos finais de Portugal em Angola é, por isso muito especial, pois junta à substância e à verdade existenciais a forma de as contar. Esta tragédia e comédia de todos – militares portugueses, políticos portugueses, portugueses em fuga, portugueses do PREC, portugueses do contra--PREC, civis, angolanos, angolanos dos movimentos armados, básicos, chefes – está nos capítulos desta história, que são aqui como as estações de uma via-sacra ou as passagens de uma viagem ao fim da noiteFicha Técnica
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