Este terceiro livro de poemas de Manuel Gusmão (n 1945) foi muito aplaudido e considerado por alguns críticos um marco na poesia portuguesa mais recente. Uma reflexão sobre o mundo (numa entrevista a António Guerreiro, para o Expresso, Cartaz, Gusmão terminava citando Benjamin, "O mundo é a nossa tarefa") e o tempo, contínuo/descontínuo, num livro que convoca vários géneros ("a sequência central é uma espécie de poema lírico-narrativo, onde a narratividade é necessariamente corroída pelo lírico, agregando ao mesmo tempo elementos dramáticos." Manuel Gusmão, na mesma entrevista). "Do novo livro de Manuel Gusmão, "Teatros do Tempo", devemos abandonar o pudor de dizer que se trata de um dos momentos mais altos da poesia portuguesa dos últimos anos." António Guerreiro, Expresso, Cartaz
Sinopse
Este terceiro livro de poemas de Manuel Gusmão (n 1945) foi muito aplaudido e considerado por alguns críticos um marco na poesia portuguesa mais recente. Uma reflexão sobre o mundo (numa entrevista a António Guerreiro, para o Expresso, Cartaz, Gusmão terminava citando Benjamin, "O mundo é a nossa tarefa") e o tempo, contínuo/descontínuo, num livro que convoca vários géneros ("a sequência central é uma espécie de poema lírico-narrativo, onde a narratividade é necessariamente corroída pelo lírico, agregando ao mesmo tempo elementos dramáticos." Manuel Gusmão, na mesma entrevista). "Do novo livro de Manuel Gusmão, "Teatros do Tempo", devemos abandonar o pudor de dizer que se trata de um dos momentos mais altos da poesia portuguesa dos últimos anos." António Guerreiro, Expresso, CartazFicha Técnica
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