Saindo da conjugação das águas e do fogo do primeiro livro de poesia de Regina Correia, “Noite Andarilha” (Universitária Editora), em que a noite era lugar de exílio, de queda e de ascensão mas da viagem promissora, da celebração dos sentidos, nos versos de “Sou Mercúrio, Já Fui Água” assiste-se à metamorfose dorida da alma a que a rutura entre terra e ar rouba o fulgor da luz, transformando os fins de dia em veneno fatal, que só a poesia poderá salvar.
“SOLIDÃO Solitária rainha no xadrez em ruínas onde a tarde se acanha à tona das horas sem tempo que a vença onde os cavalos se espantam no uivo do vento no galope da nuvem que tece a poeira e perece nas malhas da saudade suspensa."
Sinopse
Saindo da conjugação das águas e do fogo do primeiro livro de poesia de Regina Correia, “Noite Andarilha” (Universitária Editora), em que a noite era lugar de exílio, de queda e de ascensão mas da viagem promissora, da celebração dos sentidos, nos versos de “Sou Mercúrio, Já Fui Água” assiste-se à metamorfose dorida da alma a que a rutura entre terra e ar rouba o fulgor da luz, transformando os fins de dia em veneno fatal, que só a poesia poderá salvar.
“SOLIDÃO Solitária rainha no xadrez em ruínas onde a tarde se acanha à tona das horas sem tempo que a vença onde os cavalos se espantam no uivo do vento no galope da nuvem que tece a poeira e perece nas malhas da saudade suspensa."
Ficha Técnica
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