Em Sonhos que o Vento Levou contam-se histórias de "vidas", com contornos tão intensos que se assemelham à ficção. Um birmanês e um casal curdo, embora em contextos diferentes, dão-nos a conhecer a beleza natural e arquitectónica destas zonas, descrevem a situação actual dos seus povos, da sua cultura, das suas ideologias, das suas lutas e creres, aproximando-nos assim, desta realidade que para nós ainda está muito distante, mas pela qual existe um interesse crescente, consciencializando-nos a todos do que ainda se passa no mundo de hoje. Este livro inclui ainda o testemunho de duas pessoas que estiveram lá e estarão para sempre envolvidas nesta realidade. O jornalista Luís Castro que fez cobertura de vários conflitos e guerras, inclusivé no Curdistão, e que através da descrição de um pequeno episódio ilustra o que se passa neste momento com este povo. E Laura Vasconcellos, activista pelos direitos humanos na Birmânia, que pelos seus contactos e experiências, ajuda-nos a compreender que é preciso lutar para mudar o que actualmente ainda se faz na actual Myanmar. Ambos concluem : é preciso lutar!
Mafalda Gameiro é casada e tem dois filhos. Nasceu em Lisboa, em Abril de 1969. Licenciou-se em Comunicação Social, pela Universidade Técnica de Lisboa e...
Sinopse
Em Sonhos que o Vento Levou contam-se histórias de "vidas", com contornos tão intensos que se assemelham à ficção. Um birmanês e um casal curdo, embora em contextos diferentes, dão-nos a conhecer a beleza natural e arquitectónica destas zonas, descrevem a situação actual dos seus povos, da sua cultura, das suas ideologias, das suas lutas e creres, aproximando-nos assim, desta realidade que para nós ainda está muito distante, mas pela qual existe um interesse crescente, consciencializando-nos a todos do que ainda se passa no mundo de hoje. Este livro inclui ainda o testemunho de duas pessoas que estiveram lá e estarão para sempre envolvidas nesta realidade. O jornalista Luís Castro que fez cobertura de vários conflitos e guerras, inclusivé no Curdistão, e que através da descrição de um pequeno episódio ilustra o que se passa neste momento com este povo. E Laura Vasconcellos, activista pelos direitos humanos na Birmânia, que pelos seus contactos e experiências, ajuda-nos a compreender que é preciso lutar para mudar o que actualmente ainda se faz na actual Myanmar. Ambos concluem : é preciso lutar!Ficha Técnica
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