No centenário da morte de António Nobre surge esta edição de bolso de "Só", com um prefácio de Mário Cláudio.Publicado primeiro em Paris em 1892, pelo editor dos poetas simbolistas, Léon Vanier, "Só" seria de início mal acolhido em Portugal, com excepção de alguns amigos do poeta, mas quando o livro é reeditado seis anos depois, as reacções já são mais favoráveis. Hoje faz-se-lhe finalmente justiça e "Só" está entre os livros maiores da literatura portuguesa."Só" é um retrato do país em fins do séc. XIX, em especial do Norte ( Douro e Minho), feito com grande mestria. No prefácio, Mário Cláudio nota "um terreno comum" entre Proust e Nobre, "uma infância mitológica em que se encontram ambos", havendo por isso mesmo, por vezes "alguma coincidência de linguagem, porque coincidentes são as raízes e as nuvens, de que promanam, e para que tendem". A edição conta ainda com uma excelente bibliografia activa e passiva organizada por Paula Morão.
Sinopse
No centenário da morte de António Nobre surge esta edição de bolso de "Só", com um prefácio de Mário Cláudio.Publicado primeiro em Paris em 1892, pelo editor dos poetas simbolistas, Léon Vanier, "Só" seria de início mal acolhido em Portugal, com excepção de alguns amigos do poeta, mas quando o livro é reeditado seis anos depois, as reacções já são mais favoráveis. Hoje faz-se-lhe finalmente justiça e "Só" está entre os livros maiores da literatura portuguesa."Só" é um retrato do país em fins do séc. XIX, em especial do Norte ( Douro e Minho), feito com grande mestria. No prefácio, Mário Cláudio nota "um terreno comum" entre Proust e Nobre, "uma infância mitológica em que se encontram ambos", havendo por isso mesmo, por vezes "alguma coincidência de linguagem, porque coincidentes são as raízes e as nuvens, de que promanam, e para que tendem". A edição conta ainda com uma excelente bibliografia activa e passiva organizada por Paula Morão.Ficha Técnica
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