Os sinais de fogo e os sinais de cinza consubstanciam uma mesma unidade ontológica e estética. O fogo da vida e da inspiração prometeica justifica a sua ardência através dos iminentes sinais de cinza. Nascendo do fogo criador, a literatura também é cinza: testemunho vital de uma combustão. A leitura é, assim, um ato de cíclico renovamento, insufla nas cinzas a mínima faúlha que, com alguma sorte, ajudará a “ver claro”, como pretende Eugénio de Andrade.” (Do prefácio de Sinais de Cinza).
Sinopse
Os sinais de fogo e os sinais de cinza consubstanciam uma mesma unidade ontológica e estética. O fogo da vida e da inspiração prometeica justifica a sua ardência através dos iminentes sinais de cinza. Nascendo do fogo criador, a literatura também é cinza: testemunho vital de uma combustão. A leitura é, assim, um ato de cíclico renovamento, insufla nas cinzas a mínima faúlha que, com alguma sorte, ajudará a “ver claro”, como pretende Eugénio de Andrade.” (Do prefácio de Sinais de Cinza).Ficha Técnica
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