"Tive a coragem de olhar para trásTive a coragem de olhar para trásOs cadáveres dos meus diasAssinalam o meu caminho e eu choro-osUns apodrecendo nas igrejas italianasOu entre os limoeirosQue dão ao mesmo tempo e em qualquer estaçãoA flor e o frutoOutros dias choraram antes de morrerem nas tabernasFustigados por ardentes ramosSob o olhar duma mulata que inventava a poesiaE as rosas da electricidade abrem-se aindaNos jardins da minha memória"
Sinopse
"Tive a coragem de olhar para trásTive a coragem de olhar para trásOs cadáveres dos meus diasAssinalam o meu caminho e eu choro-osUns apodrecendo nas igrejas italianasOu entre os limoeirosQue dão ao mesmo tempo e em qualquer estaçãoA flor e o frutoOutros dias choraram antes de morrerem nas tabernasFustigados por ardentes ramosSob o olhar duma mulata que inventava a poesiaE as rosas da electricidade abrem-se aindaNos jardins da minha memória"Ficha Técnica
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