Há depois as análises, as classificações, os agrupamentos, tudo isso em que são sapientes as escolas, o cálculo dos críticos, os grupos de pressão, o manobrismo de alguns poetas afeitos a partidos e instituições que se pagam em autopromoção, o necessário comércio das editoras e, é claro, os jornais. Mas tudo é tão inútil de fixar, tão erradio, sobretudo tão sujeito a um gosto que só vive de estar a morrer. Tudo isto faz com que estes textos, que pretendem encontrar-se com alguns poetas, não passem de uma rima pobre face ao que eles têm para nós ouvirmos.É assim que Joaquim Manuel Magalhães introduz esta sua nova incursão no domínio do ensaio em que mais um vez surge com a sua viva inteligência e as suas posições críticas relativamente à criação literária. Poeta, tradutor e ensaísta, Joaquim Manuel Magalhães procura compreender ao longo desta sua «Rima Pobre», aquilo que é a poesia portuguesa deste século partindo de Fernando Pessoa e chegando aos poetas mais recentemente aparecidos. Um ensaio irreverente e também o mais actualizado balanço crítico da moderna poesia portuguesa.
Sinopse
Há depois as análises, as classificações, os agrupamentos, tudo isso em que são sapientes as escolas, o cálculo dos críticos, os grupos de pressão, o manobrismo de alguns poetas afeitos a partidos e instituições que se pagam em autopromoção, o necessário comércio das editoras e, é claro, os jornais. Mas tudo é tão inútil de fixar, tão erradio, sobretudo tão sujeito a um gosto que só vive de estar a morrer. Tudo isto faz com que estes textos, que pretendem encontrar-se com alguns poetas, não passem de uma rima pobre face ao que eles têm para nós ouvirmos.É assim que Joaquim Manuel Magalhães introduz esta sua nova incursão no domínio do ensaio em que mais um vez surge com a sua viva inteligência e as suas posições críticas relativamente à criação literária. Poeta, tradutor e ensaísta, Joaquim Manuel Magalhães procura compreender ao longo desta sua «Rima Pobre», aquilo que é a poesia portuguesa deste século partindo de Fernando Pessoa e chegando aos poetas mais recentemente aparecidos. Um ensaio irreverente e também o mais actualizado balanço crítico da moderna poesia portuguesa.Ficha Técnica
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