As revistas constituem uma das principais fontes da história cultural e política do século passado, mormente durante as primeiras décadas.Nas suas páginas – só na aparência efémeras – definiram-se correntes de pensamento, movimentos literários e artísticos, combates cívicos fundamentais.Quase todos os pensadores relevantes da época foram seus redactores ou colaboradores, tendo publicado sob a forma de artigo muito do que de mais interessante e de mais marcante os distinguiu.Com a realização do ciclo de conferências, que agora se editam, combinou-se o estudo e a reflexão sobre as principais orientações programáticas e doutrinárias das revistas das três primeiras décadas do século XX com a diversidade disciplinar e metodológica da sua abordagem.José Augusto Seabra relaciona as principais revistas com os movimentos culturais. Manuel Braga da Cruz aborda as revistas católicas. António Reis e Rogério Fernandes ocupam-se da Seara Nova. Eduardo Lourenço retoma a problemática da relação entre a Presença e o primeiro modernismo. Paulo Samuel fala-nos de A Águia e dos contornos da “Renascença Portuguesa”. Paulo Archer de Carvalho analisa os dois grandes títulos do Integralismo Lusitano. João Freire inventaria as revistas anarquistas e interpreta os seus discursos. José-Augusto França detém-se na Contemporânea e nos magazines do seu tempo.
Sinopse
As revistas constituem uma das principais fontes da história cultural e política do século passado, mormente durante as primeiras décadas.Nas suas páginas – só na aparência efémeras – definiram-se correntes de pensamento, movimentos literários e artísticos, combates cívicos fundamentais.Quase todos os pensadores relevantes da época foram seus redactores ou colaboradores, tendo publicado sob a forma de artigo muito do que de mais interessante e de mais marcante os distinguiu.Com a realização do ciclo de conferências, que agora se editam, combinou-se o estudo e a reflexão sobre as principais orientações programáticas e doutrinárias das revistas das três primeiras décadas do século XX com a diversidade disciplinar e metodológica da sua abordagem.José Augusto Seabra relaciona as principais revistas com os movimentos culturais. Manuel Braga da Cruz aborda as revistas católicas. António Reis e Rogério Fernandes ocupam-se da Seara Nova. Eduardo Lourenço retoma a problemática da relação entre a Presença e o primeiro modernismo. Paulo Samuel fala-nos de A Águia e dos contornos da “Renascença Portuguesa”. Paulo Archer de Carvalho analisa os dois grandes títulos do Integralismo Lusitano. João Freire inventaria as revistas anarquistas e interpreta os seus discursos. José-Augusto França detém-se na Contemporânea e nos magazines do seu tempo.Ficha Técnica
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