Os resultados de investigações que incidem sobre políticas para a igualdade de mulheres e homens, evidenciando e questionando o modo como essas políticas se inscrevem nas representações e nas práticas sociais e respondem ao desafio de contrariar assimetrias e situações de discriminação em função do sexo, constituem um contributo fundamental para a sustentação de diagnósticos, relatórios de situação e programas de ação política. Interrogando opções, rumos, estratégias, dinâmicas e efeitos das políticas para a igualdade…, perscrutando o papel dos mecanismos oficiais e dos movimentos da sociedade civil…, examinando orientações, instrumentos fundamentais e programáticos…, apurando empeços e desempeços…, estas investigações proporcionam mais e melhor conhecimento sobre a realidade social e sobre a complexidade dos mecanismos de resistência e de mudança.
A oportunidade do tema escolhido para o dossier temático deste número, «Políticas de igualdade: agendas, instrumentos e protagonistas», coordenado por Virgínia Ferreira e Rosa Monteiro, insere-se no contexto acima descrito e reintroduz, na agenda editorial da ex æquo, a problematização das políticas para a igualdade de mulheres e homens. Como afirmavam as coordenadoras do dossier no apelo a contributos, esta matéria tem merecido a «atenção da comunidade científica» e «análises feministas nos mais diversos domínios científicos têm questionado a ação do Estado na promoção da igualdade de mulheres e homens».
Sinopse
Os resultados de investigações que incidem sobre políticas para a igualdade de mulheres e homens, evidenciando e questionando o modo como essas políticas se inscrevem nas representações e nas práticas sociais e respondem ao desafio de contrariar assimetrias e situações de discriminação em função do sexo, constituem um contributo fundamental para a sustentação de diagnósticos, relatórios de situação e programas de ação política. Interrogando opções, rumos, estratégias, dinâmicas e efeitos das políticas para a igualdade…, perscrutando o papel dos mecanismos oficiais e dos movimentos da sociedade civil…, examinando orientações, instrumentos fundamentais e programáticos…, apurando empeços e desempeços…, estas investigações proporcionam mais e melhor conhecimento sobre a realidade social e sobre a complexidade dos mecanismos de resistência e de mudança. A oportunidade do tema escolhido para o dossier temático deste número, «Políticas de igualdade: agendas, instrumentos e protagonistas», coordenado por Virgínia Ferreira e Rosa Monteiro, insere-se no contexto acima descrito e reintroduz, na agenda editorial da ex æquo, a problematização das políticas para a igualdade de mulheres e homens. Como afirmavam as coordenadoras do dossier no apelo a contributos, esta matéria tem merecido a «atenção da comunidade científica» e «análises feministas nos mais diversos domínios científicos têm questionado a ação do Estado na promoção da igualdade de mulheres e homens».Ficha Técnica
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