Os RETALHOS, ainda que “manta de retalhos”, têm-me aquecido muitos frios de alma
e confortado mágoas.
Abençoado
papel, bendita pena... Que pena não saber (não querer?; não poder?)
crochetá-la sempre a amarelo-alegria com matizes de um arco-íris infindo...
Abençoada
Natureza!
Bendita
a nossa pequenez, ainda que efémera, nesta Terra, ponto ínfimo na infinidade do
universo, esfera-VIDA, sentimento-sensação, pulsar magnífico, magnitude
sublime...
Sublinho
o Amor-Inteiro e a sua Plenitude.
Acendo
o facho da paz, da fraternidade e, humildemente, elevo a taça ao Homem-Criança
que perdoa, esquece e vive a valsa de Chopin ao som do Bolero de Ravel, sente a
força e o arrebatamento de Schubert, mas sabe amenizá-lo com a beleza suave e
sentida da velha guitarra portuguesa, ou o romantismo saudosista do fado de
Coimbra – a beleza ímpar da serenata estudantil.
Sinopse
Os RETALHOS, ainda que “manta de retalhos”, têm-me aquecido muitos frios de alma e confortado mágoas.Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)