Neste Refúgio o poeta balança entre o íntimo e o mundano. Ora é actor que nada tem a desvendar, ora personagem que se vai erigindo em verso. Há poemas que denotam uma carência de amor, outros em que a tentativa de descrição da sua complexidade intrínseca está bem patente e até os que, ainda que imaginados, são sombra da verdade das suas experiências de um quotidiano despojado de artifícios.
Sinopse
Neste Refúgio o poeta balança entre o íntimo e o mundano. Ora é actor que nada tem a desvendar, ora personagem que se vai erigindo em verso. Há poemas que denotam uma carência de amor, outros em que a tentativa de descrição da sua complexidade intrínseca está bem patente e até os que, ainda que imaginados, são sombra da verdade das suas experiências de um quotidiano despojado de artifícios.
Ficha Técnica
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