«Somos todos responsáveis pelo mal-estar humano e social que dilacera o
nosso país»: a irmã Eugenia Bonetti aprendeu isto lutando na vanguarda;
viajando pelas rotas da prostituição, de África à Itália, conheceu o
mundo da noite e combateu contra as leis da rua. Agora, decidiu tomar a
palavra, porque o assalto à dignidade feminina já não se realiza apenas
na rua; entrou nos palácios do poder, nos meios de comunicação e na
opinião pública. E quem é que quer fazer calar as mulheres? Nos
últimos anos, a luta da irmã Eugenia foi sem tréguas. Escondeu
prostitutas nos conventos, para as libertar da rua. Falou na ONU, na
qualidade de especialista sobre o tráfico das mulheres. Conseguiu passar
uma barreira de soldados nigerianos, oferecendo-lhes terços benzidos
pelo Papa. Colaborou com as forças policiais italianas para salvar
dezenas de jovens raptadas e vendidas, e todas as semanas leva ajuda e
conforto às reclusas do Centro de Identificação e Expulsão de Ponte
Galeria. De Via Salaria, em Roma, ao bairro das luzes vermelhas de
Amsterdão, entrou nos lugares mais sórdidos do mercado dos corpos. E, em
fevereiro de 2011, inflamou a Piazza del Popolo com o seu discurso na
manifestação «Se non ora, quando?”. Em 2015, sob proposta sua, o papa
Francisco declarou o dia 8 de fevereiro (Santa Josefina Bakhita) como
Dia Internacional de Oração e Sensibilização Contra o Tráfico Humano. Em Quebrar as cadeias,
a irmã Eugenia – várias vezes agraciada no seu país (Itália), mas
também pelo Parlamento Europeu e pelo Departamento de Estado
Norte-Americano – dirige um urgente apelo a toda a gente, e não só às
mulheres: rebelemo-nos, recupere-mos uma dignidade espezinhada pelos
escândalos, pela vulgaridade dos meios de comunicação, pelo tráfico de
seres humanos. «Costumo dizer – diz ela –, a nossa indiferença já é uma
culpa, porque nós realmente, de modo particular como cristãos, não
podemos aceitar com indiferença a situação de milhares e milhares de
pessoas que são vítimas de exploração, e de modo particular não somente
pelo trabalho, mas, sobretudo, pelo tráfico de seres humanos para a
exploração sexual.» «Há muito que a irmã Eugénia saiu da sua zona de
conforto... e partiu para as estradas e caminhos da podridão, nas noites
frias e escuras de vidas atropeladas. É lá que ela exerce, no concreto,
a Compaixão do Senhor ressuscitado, embrulhada na Misericórdia de Deus,
que a todos ama incondicionalmente» (Ir. Maria Júlia bacelar,
adoradora, no «Prefácio»).
Sinopse
Nos últimos anos, a luta da irmã Eugenia foi sem tréguas. Escondeu prostitutas nos conventos, para as libertar da rua. Falou na ONU, na qualidade de especialista sobre o tráfico das mulheres. Conseguiu passar uma barreira de soldados nigerianos, oferecendo-lhes terços benzidos pelo Papa. Colaborou com as forças policiais italianas para salvar dezenas de jovens raptadas e vendidas, e todas as semanas leva ajuda e conforto às reclusas do Centro de Identificação e Expulsão de Ponte Galeria. De Via Salaria, em Roma, ao bairro das luzes vermelhas de Amsterdão, entrou nos lugares mais sórdidos do mercado dos corpos. E, em fevereiro de 2011, inflamou a Piazza del Popolo com o seu discurso na manifestação «Se non ora, quando?”. Em 2015, sob proposta sua, o papa Francisco declarou o dia 8 de fevereiro (Santa Josefina Bakhita) como Dia Internacional de Oração e Sensibilização Contra o Tráfico Humano.
Em Quebrar as cadeias, a irmã Eugenia – várias vezes agraciada no seu país (Itália), mas também pelo Parlamento Europeu e pelo Departamento de Estado Norte-Americano – dirige um urgente apelo a toda a gente, e não só às mulheres: rebelemo-nos, recupere-mos uma dignidade espezinhada pelos escândalos, pela vulgaridade dos meios de comunicação, pelo tráfico de seres humanos. «Costumo dizer – diz ela –, a nossa indiferença já é uma culpa, porque nós realmente, de modo particular como cristãos, não podemos aceitar com indiferença a situação de milhares e milhares de pessoas que são vítimas de exploração, e de modo particular não somente pelo trabalho, mas, sobretudo, pelo tráfico de seres humanos para a exploração sexual.»
«Há muito que a irmã Eugénia saiu da sua zona de conforto... e partiu para as estradas e caminhos da podridão, nas noites frias e escuras de vidas atropeladas. É lá que ela exerce, no concreto, a Compaixão do Senhor ressuscitado, embrulhada na Misericórdia de Deus, que a todos ama incondicionalmente» (Ir. Maria Júlia bacelar, adoradora, no «Prefácio»).
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