5% reverte a favor da Assistência Médica Internacional (AMI)Uma história para pequenos e grandes que nos recorda O Principezinho de Saint-Exupéry. A Princesa-Que-Tinha-Uma-Luz-Por-Dentro acordava todas as manhãs com o RRRRRRRRIIIIIIIIIIPPPPPPPPPPP do Sol a nascer e esperava por um pássaro azul-impossível. A Princesa-Que-Tinha-Uma-Luz-Por-Dentro de Afonso de MeloExcerto"- Ouve lá, princesinha… -, disse baixinho depois de pensar um bocado -, tenho a impressão de que pássaro assim não existe. Esse teu Pássaro-do-Céu não será um produto da tua imaginação?- Não senhora! Nada disso!! - indignou-se a princesa. - Existe pois! Eu vi-o! Estava aí pousado exactamente onde tu estás.A gaivota deixou-se ficar em silêncio mais uns segundos antes de dizer, com muita paciência, num tom de voz muito doce:- Não é disso que eu duvido, princesinha. Mas sabes que, às vezes, a gente vê mais com a alma do que com os olhos, não é? Às vezes vemos as pessoas com os olhos de olhar e outras vezes vemo-las com os olhos de sentir. E quando as vemos com os olhos de sentir ninguém pode ver aquilo que nós vemos porque o sentir é só nosso e não se reparte, por maior que seja a nossa vontade.A princesa, que tinha uns olhos muito bonitos, cheios daquela luz que lhe vinha de dentro, ficou com eles de repente muito tristes. E foi com esses olhos muito tristes fixos na gaivota que insistiu:- O Pássaro-do-Céu é um pássaro como nunca ninguém viu!- Se calhar nem tu, princesa - disse a gaivota.E voou."
Sinopse
5% reverte a favor da Assistência Médica Internacional (AMI)Uma história para pequenos e grandes que nos recorda O Principezinho de Saint-Exupéry. A Princesa-Que-Tinha-Uma-Luz-Por-Dentro acordava todas as manhãs com o RRRRRRRRIIIIIIIIIIPPPPPPPPPPP do Sol a nascer e esperava por um pássaro azul-impossível. A Princesa-Que-Tinha-Uma-Luz-Por-Dentro de Afonso de MeloExcerto"- Ouve lá, princesinha… -, disse baixinho depois de pensar um bocado -, tenho a impressão de que pássaro assim não existe. Esse teu Pássaro-do-Céu não será um produto da tua imaginação?- Não senhora! Nada disso!! - indignou-se a princesa. - Existe pois! Eu vi-o! Estava aí pousado exactamente onde tu estás.A gaivota deixou-se ficar em silêncio mais uns segundos antes de dizer, com muita paciência, num tom de voz muito doce:- Não é disso que eu duvido, princesinha. Mas sabes que, às vezes, a gente vê mais com a alma do que com os olhos, não é? Às vezes vemos as pessoas com os olhos de olhar e outras vezes vemo-las com os olhos de sentir. E quando as vemos com os olhos de sentir ninguém pode ver aquilo que nós vemos porque o sentir é só nosso e não se reparte, por maior que seja a nossa vontade.A princesa, que tinha uns olhos muito bonitos, cheios daquela luz que lhe vinha de dentro, ficou com eles de repente muito tristes. E foi com esses olhos muito tristes fixos na gaivota que insistiu:- O Pássaro-do-Céu é um pássaro como nunca ninguém viu!- Se calhar nem tu, princesa - disse a gaivota.E voou."Ficha Técnica
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