"""Mas será que falo chinês??"". É desta forma que muitas vezes acabamos por identificar um idioma desconhecido como o símbolo mais forte da incomunicabilidade entre os homens. Mas, a julgar pelos casos apresentados neste livro, o maior veículo para a incompreensão entre os indivíduos, é a língua que melhor conhecemos e dominamos, aquela que usamos diariamente para comunicar. Grandes equívocos e confusões sentimentais são gerados muitas vezes por aquilo que se diz, mas também por aquilo que não se diz, o que se encontra subentendido, acontecendo diversas vezes o mesmo com a interpretação das linguagens visual, gestual e da postura corporal. O leitor, guiado pela experiência da autora, sente que as pessoas com problemas comunicativos correm o risco de se perderem, consegue compreender o motivo do distanciamento e pode até imaginar uma frase, um gesto, ou acontecimento capaz de restabelecer um contacto entre as duas realidades que se tornaram irreconciliáveis. De facto – como é bem ilustrado pela autora – a incompreensão nasce de si mesma e não termina onde iniciou: parte do distanciamento, cresce, expande-se e alimenta-se de coisas banais e absurdas: uma prenda de aniversário malentendida, um encontro casual, uma palavra distraída, no entanto não se pode esquecer os riscos da comunicação, pois a reação do outro é sempre um enigma. «Porque nos Sentimos Incompreendidos» é o resultado da experiência pessoal e profissional da própria autora, que recorreu a histórias, a reflexões e a muita pesquisa, e pode ser uma preciosa ajuda para todos os que se sentem incompreendidos. Contudo, é preciso lembrar que este livro não representa uma cura, uma vez que não exite uma receita capaz de resolver os referidos problemas, pois há um árduo trilho a percorrer para alcançar a compreensão e o esclarecimento de nós próprios e dos outros. E que levante a mão aquele que, pelo menos uma vez na vida, não se sentiu incompreendido. "
Sinopse
"""Mas será que falo chinês??"". É desta forma que muitas vezes acabamos por identificar um idioma desconhecido como o símbolo mais forte da incomunicabilidade entre os homens. Mas, a julgar pelos casos apresentados neste livro, o maior veículo para a incompreensão entre os indivíduos, é a língua que melhor conhecemos e dominamos, aquela que usamos diariamente para comunicar. Grandes equívocos e confusões sentimentais são gerados muitas vezes por aquilo que se diz, mas também por aquilo que não se diz, o que se encontra subentendido, acontecendo diversas vezes o mesmo com a interpretação das linguagens visual, gestual e da postura corporal. O leitor, guiado pela experiência da autora, sente que as pessoas com problemas comunicativos correm o risco de se perderem, consegue compreender o motivo do distanciamento e pode até imaginar uma frase, um gesto, ou acontecimento capaz de restabelecer um contacto entre as duas realidades que se tornaram irreconciliáveis. De facto – como é bem ilustrado pela autora – a incompreensão nasce de si mesma e não termina onde iniciou: parte do distanciamento, cresce, expande-se e alimenta-se de coisas banais e absurdas: uma prenda de aniversário malentendida, um encontro casual, uma palavra distraída, no entanto não se pode esquecer os riscos da comunicação, pois a reação do outro é sempre um enigma. «Porque nos Sentimos Incompreendidos» é o resultado da experiência pessoal e profissional da própria autora, que recorreu a histórias, a reflexões e a muita pesquisa, e pode ser uma preciosa ajuda para todos os que se sentem incompreendidos. Contudo, é preciso lembrar que este livro não representa uma cura, uma vez que não exite uma receita capaz de resolver os referidos problemas, pois há um árduo trilho a percorrer para alcançar a compreensão e o esclarecimento de nós próprios e dos outros. E que levante a mão aquele que, pelo menos uma vez na vida, não se sentiu incompreendido. "Ficha Técnica
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