O livro Por Teu Livre Pensamento é o resultado de 25 entrevistas efectuadas a igual número de ex-presos políticos, por dois jovens sem qualquer memória pessoal do período em questão, que pela sua acção de luta contra o Estado Novo e em prol da implementação da Democracia em Portugal, viveram experiências de privação de liberdade e maus tratos nas prisões do fascismo.Uma das lamentações que os nossos entrevistados mais transmitiram foi o facto de, na sua opinião, Portugal ser um país sem memória”. Se com este modesto contributo conseguirmos dar um pouco a conhecer o que era viver no Portugal de há poucos anos atrás, e lutar pela sua transformação num país melhor, a nossa tarefa está cumprida.»Rui Daniel Galiza«Exactamente um ano, um mês e um dia antes de a Grândola Vila Morena passar no Rádio Clube Português e os militares saírem à rua, morreu uma pessoa que marcou a minha vida, apesar de nunca o ter conhecido pessoalmente: o meu avô materno, Guilherme da Costa Carvalho. Ele foi o protagonista de várias histórias que ouvi, todas elas recheadas de detalhes das suas peripécias — as fugas de Peniche e Caxias, o paludismo que apanhou no Tarrafal, onde passou períodos na Frigideira.»João Pina
Sinopse
O livro Por Teu Livre Pensamento é o resultado de 25 entrevistas efectuadas a igual número de ex-presos políticos, por dois jovens sem qualquer memória pessoal do período em questão, que pela sua acção de luta contra o Estado Novo e em prol da implementação da Democracia em Portugal, viveram experiências de privação de liberdade e maus tratos nas prisões do fascismo.Uma das lamentações que os nossos entrevistados mais transmitiram foi o facto de, na sua opinião, Portugal ser um país sem memória”. Se com este modesto contributo conseguirmos dar um pouco a conhecer o que era viver no Portugal de há poucos anos atrás, e lutar pela sua transformação num país melhor, a nossa tarefa está cumprida.»Rui Daniel Galiza«Exactamente um ano, um mês e um dia antes de a Grândola Vila Morena passar no Rádio Clube Português e os militares saírem à rua, morreu uma pessoa que marcou a minha vida, apesar de nunca o ter conhecido pessoalmente: o meu avô materno, Guilherme da Costa Carvalho. Ele foi o protagonista de várias histórias que ouvi, todas elas recheadas de detalhes das suas peripécias — as fugas de Peniche e Caxias, o paludismo que apanhou no Tarrafal, onde passou períodos na Frigideira.»João PinaFicha Técnica
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