Toda a obra de Sá-Carneiro é uma encenação do suicídio e a ele conduz. De uma estética simbolista e decadentista à explosão futurista, essa linha de continuidade pode observar-se nas suas Poesias, que incluem as compilações Dispersão (1914), Indícios de Oiro (publicada postumamente, em 1937) e os seus últimos poemas.
Sinopse
Toda a obra de Sá-Carneiro é uma encenação do suicídio e a ele conduz. De uma estética simbolista e decadentista à explosão futurista, essa linha de continuidade pode observar-se nas suas Poesias, que incluem as compilações Dispersão (1914), Indícios de Oiro (publicada postumamente, em 1937) e os seus últimos poemas.Ficha Técnica
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