Trata-se de uma poesia "que tende para a prosa/ e a recusa", devolvendo-nos uma escala cromática de sensações e sentimentos modulados pelas contraditórias correntes do tempo e reconhecendo que todas as vozes, mesmo as mais audíveis, se encontram inevitavelmente condenadas ao caos e à dispersão: "versos livres rimas que não/ servem afinal para grande coisa, salvo talvez para recordar corpos e almas e alguns livros, / nem sequer os melhores, ao longo de um dia assim, sem margem para mais sombra/ do que dúvidas, incertezas, cinzas, pó". Fernando Pinto do Amaral
Sinopse
Trata-se de uma poesia "que tende para a prosa/ e a recusa", devolvendo-nos uma escala cromática de sensações e sentimentos modulados pelas contraditórias correntes do tempo e reconhecendo que todas as vozes, mesmo as mais audíveis, se encontram inevitavelmente condenadas ao caos e à dispersão: "versos livres rimas que não/ servem afinal para grande coisa, salvo talvez para recordar corpos e almas e alguns livros, / nem sequer os melhores, ao longo de um dia assim, sem margem para mais sombra/ do que dúvidas, incertezas, cinzas, pó". Fernando Pinto do Amaral
Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)