O estudo dos planos de operações ou de simples levantamentos topográficos comentados que antecederam o eclodir de uma guerra reveste-se de enorme utilidade para compreendermos o cuidado posto na preparação da campanha, seja de quem ataca seja de quem se defende, a avaliação que se faz do inimigo, os objectivos traçados e outros elementos complementares, como forças disponibilizadas, logística, valoração do adversário. Na preparação de uma campanha, tinha-se em consideração o historial de conflitos anteriores, ponto essencial de partida para se evitarem erros cometidos. Esta obra analisa, pois, o quadro em que foram elaborados os planos espanhóis para a invasão de Portugal que antecederam a Guerra das Laranjas em 1801, procedendo depois à sua publicação e comentário. O presente livro contempla um aspecto inédito da campanha de 1801 e que demonstra que, apesar das conversações entre Portugal e Espanha, das complicadíssimas relações entre os dois Estados a partir de 1796, a Espanha preparava-se para a guerra desde 1797. Embora o conflito apenas tenha eclodido em 1801, foram feitos, desde aquele ano, estudos pormenorizados para a invasão de Portugal, mais exactamente quatro estudos confiados a militares experientes, com destaque para os generais D. José Urrutia e D. Gonzalo O’Farril. Estes documentos analisam detalhadamente a situação de Portugal a todos os níveis, com comentários por vezes inesperados, estudando os pontos fortes e fracos de ambos os países. São peças fundamentais para compreendermos as opções de D. Manuel Godoy ao iniciar a guerra, optando, afinal, pelo mais óbvio: a invasão de Portugal pelo Alentejo.
Sinopse
O estudo dos planos de operações ou de simples levantamentos topográficos comentados que antecederam o eclodir de uma guerra reveste-se de enorme utilidade para compreendermos o cuidado posto na preparação da campanha, seja de quem ataca seja de quem se defende, a avaliação que se faz do inimigo, os objectivos traçados e outros elementos complementares, como forças disponibilizadas, logística, valoração do adversário. Na preparação de uma campanha, tinha-se em consideração o historial de conflitos anteriores, ponto essencial de partida para se evitarem erros cometidos. Esta obra analisa, pois, o quadro em que foram elaborados os planos espanhóis para a invasão de Portugal que antecederam a Guerra das Laranjas em 1801, procedendo depois à sua publicação e comentário. O presente livro contempla um aspecto inédito da campanha de 1801 e que demonstra que, apesar das conversações entre Portugal e Espanha, das complicadíssimas relações entre os dois Estados a partir de 1796, a Espanha preparava-se para a guerra desde 1797. Embora o conflito apenas tenha eclodido em 1801, foram feitos, desde aquele ano, estudos pormenorizados para a invasão de Portugal, mais exactamente quatro estudos confiados a militares experientes, com destaque para os generais D. José Urrutia e D. Gonzalo O’Farril. Estes documentos analisam detalhadamente a situação de Portugal a todos os níveis, com comentários por vezes inesperados, estudando os pontos fortes e fracos de ambos os países. São peças fundamentais para compreendermos as opções de D. Manuel Godoy ao iniciar a guerra, optando, afinal, pelo mais óbvio: a invasão de Portugal pelo Alentejo.Ficha Técnica
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