O
presente trabalho é uma tentativa de clarificação, de sistematização e de
desenvolvimento do conteúdo essencial e mais relevante de trabalhos anteriores
do Autor e do seu pensamento político e jurídico em evolução.
Num
primeiro capítulo aborda-se o conceito filosófico-antropológico universal,
prevalecente na e próprio da nossa Civilização Greco-Latina, Judaico-Cristã e
Europeia ou Ocidental e Atlântica — o de Pessoa Humana — e contesta-se o
personalismo social-substantivista e comunitarista dogmático dominante,
opondo-se-lhe uma concepção individualista, realista e crítica da Pessoa Humana
e um personalismo crítico e liberal aberto, ou um liberalismo comunitário, como
contraponto de uma concepção de Comunidade Aberta, como comunidade livre de
cooperação e de mercado, no plano da realidade social e económica, e como
comunidade político-pública Soberana e de Direito, no plano institucional e
jurídico-político.
Num
segundo capítulo são abordadas algumas visões das nossas contemporâneas
sociedades abertas ocidentais e exposto o modelo liberal do Autor de três
níveis sociais estruturais fundamentais, onde se atualizam e realizam
diferentes formas de liberdade no mundo.
Finalmente,
é referido o decisivo relevo de uma Ordem Métaconsciente cultural e
civilizacional transpositiva e, aí, o lugar da Ordem de Direito, referindo-se o
que se pensa serem os valores fundamentais dessa Ordem e apontando-se para a
Utopia Normativa Aberta de uma Comunidade de Direito e de uma Grande Sociedade
Aberta, plural, heterogénea e livre de Direito de Cooperação e de Mercado, hoje
já quase uma realidade planetária global.
De
passagem, são abordados outros tópicos avulsos que se prendem, mais ou menos
directamente, com estes temas.
Sinopse
O presente trabalho é uma tentativa de clarificação, de sistematização e de desenvolvimento do conteúdo essencial e mais relevante de trabalhos anteriores do Autor e do seu pensamento político e jurídico em evolução.Ficha Técnica
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