Como fez com o Mapa Cor-de-Rosa em Baía dos Tigres, Pedro RosaMendes reinventa, nesta Peregrinação de Enmanuel Jhesus, um espaçonobre da literatura portuguesa, de Fernão Mendes Pinto a Ruy Cinatti: oarquipélago malaio, imenso território de aventura, onde as caravelaschegaram há exactamente 500 anos. Passagens de História, memórias políticas, cadernos da guerrilha, tratadosbreves de diplomacia, debates teológicos, cenas de artes marciais,cartografia antiga, observações de botânica, notas de geologia, ritos desagração, sortes tauromáquicas, até um fado perdido (por Amália?) lá em«Outramar»: abundantes são os tesouros que nos acompanham nestaviagem. Uma vertigem de personagens desfilam e falam a várias vozes.O resultado é um romance em diário de bordo, uma ficção de portulano,«suma accidental em que da conta de mvitas e mvito estranhas cousas quevio e ouvio nos reynos do Achém, Çamatra, Sunda, Jaua, Flores y Servião yBellos, que vulgarmente se chamam Timor, homde nace o sandollo».
Escritor e jornalista, distinguido com vários prémios de reportagem. Estreou-se como escritor em O Melhor Café, do fotógrafo Alfredo Cunha (1996). Três anos...
Sinopse
Como fez com o Mapa Cor-de-Rosa em Baía dos Tigres, Pedro RosaMendes reinventa, nesta Peregrinação de Enmanuel Jhesus, um espaçonobre da literatura portuguesa, de Fernão Mendes Pinto a Ruy Cinatti: oarquipélago malaio, imenso território de aventura, onde as caravelaschegaram há exactamente 500 anos. Passagens de História, memórias políticas, cadernos da guerrilha, tratadosbreves de diplomacia, debates teológicos, cenas de artes marciais,cartografia antiga, observações de botânica, notas de geologia, ritos desagração, sortes tauromáquicas, até um fado perdido (por Amália?) lá em«Outramar»: abundantes são os tesouros que nos acompanham nestaviagem. Uma vertigem de personagens desfilam e falam a várias vozes.O resultado é um romance em diário de bordo, uma ficção de portulano,«suma accidental em que da conta de mvitas e mvito estranhas cousas quevio e ouvio nos reynos do Achém, Çamatra, Sunda, Jaua, Flores y Servião yBellos, que vulgarmente se chamam Timor, homde nace o sandollo».
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