pequenas grandes empresas vs Gigantes corruptos
Afinal temos razões para estar indignados!
De: Mário Ferreira
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Sinopse
Estamos a passar por um período de transição, tal como foi previsto por muitos visionários do mundo. Poderá ser o início de um período marcado pelo ressurgimento de uma sociedade mais harmoniosa, com maior compreensão e sabedoria, denotando-se uma evolução de consciência a nível global, ou um período de autodestruição de grande parte da população mundial como consequência de guerras resultantes da intolerância e fundamentalismo religioso ou da contínua exploração de países e seus recursos humanos e naturais em nome de lucros políticos e financeiros. Ao longo dos anos o desenvolvimento económico escravizou-nos em vez de nos ajudar. Estamos na pior crise financeira desde os anos 30 (Grande Depressão). Dinheiro barato originou a bolha na imobiliária. Quando o dinheiro é barato o financiador irá emprestar até que não exista mais ninguém a quem o fazer. A Indústria financeira nos últimos anos tornou-se muito grande e altamente rentável. É inaceitável que este crescimento e este lucro tenham sido obtidos pela exploração da ignorância financeira do cidadão comum. As execuções hipotecárias têm repercussão a nível de emprego, educação e o bem-estar das famílias e especialmente das crianças. É necessário haver um "Moratirium" no que concerne a dívidas criadas. É necessário pensar lateralmente, investigar e tentar arranjar soluções que até agora estavam fora de questão. Ignorando tudo e todos, os nossos governantes estão a ir pela via mias fácil e imediata para gerar receitas, i.e taxando os portugueses até à exaustão. O aumento da carga fiscal traz sérios riscos para a economia como um todo: -Desencoraja o investimento. -Contribui para o desemprego. -Incentiva a economia paralela. Será que nos pedem sacrifícios ou estão a abusar da nossa boa vontade? Afinal quem é que faz o dinheiro? Como é que o dinheiro entra na economia? Como é feita a aceleração do dinheiro? Quem paga pelos erros dos bancos e governos? Será imoral pagar uma dívida imoral? Será imoral a promiscuidade que existe entra a banca e os políticos? Terá que haver uma solução!!! Teremos que humanizar o processo económico-financeiro e criar condições para continuar a investir no futuro. O perdão é o acto humano mais difícil de executar e aceitar. A revolução pacífica e intelectual já começou. Temos de perdoar e aceitar os actos irreflectidos e gananciosos das instituições financeiras e governos. Estes têm que perdoar os actos praticados pelos cidadãos e pequenas empresas, os seus excessos e a sua falta de lucidez no passado próximo. Afinal, somos todos "um".Ficha Técnica
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