Na popa do barco, um grande buraco (fruto com certeza de lutas, onde os canhões tiveram uma palavra a dizer), permitia a entrada da grande gaivota-negra, amiga e companheira de Pedro.Todos os dias trazia no bico alguns peixes acabados de pescar, Pedro grelhava-os fazendo uma fogueira na areia seca com paus e alguns fósforos achados aqui e ali.Da riqueza das conchas marinhas, do espreguiçar da espuma na areia, das raivas incontidas das marés, tudo Pedro conhecia e sabia compreender, mas… do resto do mundo, pouco sabia.– Reeenaaaa!!!!... chamava Pedro, colocando as mãos em concha aos lados da boca, olhos semicerrados perscrutando o horizonte.O seu grito ecoava pelo espaço, chegando sempre a um sítio qualquer onde Rena se encontrasse.E Rena vinha voando, cortando os ares com as suas lindas asas negras.»
Observações: Plano Nacional de Leitura. Livro recomendado para o 4º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e/ou a leitura com apoio do professor ou dos pais.
Sinopse
Na popa do barco, um grande buraco (fruto com certeza de lutas, onde os canhões tiveram uma palavra a dizer), permitia a entrada da grande gaivota-negra, amiga e companheira de Pedro.Todos os dias trazia no bico alguns peixes acabados de pescar, Pedro grelhava-os fazendo uma fogueira na areia seca com paus e alguns fósforos achados aqui e ali.Da riqueza das conchas marinhas, do espreguiçar da espuma na areia, das raivas incontidas das marés, tudo Pedro conhecia e sabia compreender, mas… do resto do mundo, pouco sabia.– Reeenaaaa!!!!... chamava Pedro, colocando as mãos em concha aos lados da boca, olhos semicerrados perscrutando o horizonte.O seu grito ecoava pelo espaço, chegando sempre a um sítio qualquer onde Rena se encontrasse.E Rena vinha voando, cortando os ares com as suas lindas asas negras.»Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)