Várias décadas passaram desde que Jean Daragane, em criança, viveu em
Saint-Leu-la-Forêt. Agora, sexagenário, escritor, mal pensa nisso. Leva
uma existência solitária, o telefone raramente toca, praticamente não
escreve. Até que acontece um «quase nada». Como que uma picada de
inseto, que a princípio parece muito leve. Esse «quase nada» é o
aparecimento de uma velha agenda telefónica onde figura o nome de Guy
Torstel. Arrastado para o passado, para a Paris dos anos 1950 e 1960,
Daragane vai-se confrontar com a memória de Annie Astrand, que foi para
ele uma espécie de mãe e, mais tarde, talvez uma amante…
Sinopse
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