No contexto das comemorações do centenário da República Portuguesa, a Alêtheia Editores traz a público uma obra que relata a vida do sacerdote lazarista Barros-Gomes até à data do seu assassinato a 5 de Outubro de 1910. Engenheiro florestal, Bernardino Barros-Gomes (1839-1910) concebeu a planta cadastral do Pinhal de Leiria, de que foi também responsável pelo seu estudo e ordenamento. Já depois de se colocar sobre a direcção espiritual do Superior de S. Luís dos Franceses (em 1876), apresenta a divisão de Portugal em 12 regiões pelas quais distribui os 26 concelhos do continente. Após a morte da mulher, Barros-Gomes faz votos e é ordenado presbítero pelo Núncio Apostólico de Lisboa, sendo assassinado, juntamente com o Pe. Fragues, no próprio dia da proclamação da República, por um grupo de republicanos. A história desta vítima da República - infelizmente desconhecida da maioria dos portugueses - começou a ser publicada em fascículos em 1939 pelo padre vicentino Bráulio Guimarães e é agora reunida em livro, acompanhada de um texto introdutório de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto.
Sinopse
No contexto das comemorações do centenário da República Portuguesa, a Alêtheia Editores traz a público uma obra que relata a vida do sacerdote lazarista Barros-Gomes até à data do seu assassinato a 5 de Outubro de 1910. Engenheiro florestal, Bernardino Barros-Gomes (1839-1910) concebeu a planta cadastral do Pinhal de Leiria, de que foi também responsável pelo seu estudo e ordenamento. Já depois de se colocar sobre a direcção espiritual do Superior de S. Luís dos Franceses (em 1876), apresenta a divisão de Portugal em 12 regiões pelas quais distribui os 26 concelhos do continente. Após a morte da mulher, Barros-Gomes faz votos e é ordenado presbítero pelo Núncio Apostólico de Lisboa, sendo assassinado, juntamente com o Pe. Fragues, no próprio dia da proclamação da República, por um grupo de republicanos. A história desta vítima da República - infelizmente desconhecida da maioria dos portugueses - começou a ser publicada em fascículos em 1939 pelo padre vicentino Bráulio Guimarães e é agora reunida em livro, acompanhada de um texto introdutório de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto.Ficha Técnica
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