“Desde a antiguidade que a civilização ocidental nunca soube onde deveria arrumar os prazeres. Os estóicos atacavam-nos. Os aristotélicos não lhes acertavam com o lugar e os epicuristas defendiam-nos. No atravessar de milénios as posições modificaram-se, segundo as épocas e as circunstâncias, mas continua a haver indecisões. Eu não as tenho. Editar em livro as crónicas sobre prazeres, publicadas durante um ano num semanário, é tentar subtraí-las ao efémero e reafirmar a minha defesa de todos os prazeres” (Alfredo Saramago, na nota introdutória deste livro).
Sinopse
“Desde a antiguidade que a civilização ocidental nunca soube onde deveria arrumar os prazeres. Os estóicos atacavam-nos. Os aristotélicos não lhes acertavam com o lugar e os epicuristas defendiam-nos. No atravessar de milénios as posições modificaram-se, segundo as épocas e as circunstâncias, mas continua a haver indecisões. Eu não as tenho. Editar em livro as crónicas sobre prazeres, publicadas durante um ano num semanário, é tentar subtraí-las ao efémero e reafirmar a minha defesa de todos os prazeres” (Alfredo Saramago, na nota introdutória deste livro).Ficha Técnica
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