Um livro inclassificável, uma brincadeira delirante, um atentado à seriedade dos leitores. Os irmãos Grim - gémeos, na realidade - terão sido dois tipos que passaram pelo Chile e pelo Uruguai sem que deles restasse mais do que retalhos aleatórios das suas vidas e obras, num todo confuso e até boateiro, que os reduziu aos seus piores contos. Por sorte para os amantes das sagas «gauchescas» e da poesia a cavalo, Luis Sepúlveda e Mario Delgado Aparaín conseguiram - com a inestimável colaboração dos Professores Orson C. Castellanos, Segismundo Ramiro von Klatsch e José Sarajevo - assinar a tempo esta crónica temporal que retrata as misteriosas origens e a efémera passagem pelas terras do Sul do mundo dos gémeos Grim, trovadores crioulos, músicos iconoclastas, poetas autodidactas e cantores de uma realidade que, devido à escassa transcendência do seu legado, continua hoje a ser um mistério que subjuga os viajantes. Trata-se, pois, de uma obra séria - tão séria que, assim esperam os seus autores, só pode levar o infeliz leitor a desfazer-se às gargalhadas.
Luis Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, em 1949. Da sua vasta obra, toda ela traduzida em Portugal, destacam-se os romances O Velho que lia Romances de...
Sinopse
Um livro inclassificável, uma brincadeira delirante, um atentado à seriedade dos leitores. Os irmãos Grim - gémeos, na realidade - terão sido dois tipos que passaram pelo Chile e pelo Uruguai sem que deles restasse mais do que retalhos aleatórios das suas vidas e obras, num todo confuso e até boateiro, que os reduziu aos seus piores contos. Por sorte para os amantes das sagas «gauchescas» e da poesia a cavalo, Luis Sepúlveda e Mario Delgado Aparaín conseguiram - com a inestimável colaboração dos Professores Orson C. Castellanos, Segismundo Ramiro von Klatsch e José Sarajevo - assinar a tempo esta crónica temporal que retrata as misteriosas origens e a efémera passagem pelas terras do Sul do mundo dos gémeos Grim, trovadores crioulos, músicos iconoclastas, poetas autodidactas e cantores de uma realidade que, devido à escassa transcendência do seu legado, continua hoje a ser um mistério que subjuga os viajantes. Trata-se, pois, de uma obra séria - tão séria que, assim esperam os seus autores, só pode levar o infeliz leitor a desfazer-se às gargalhadas.Ficha Técnica
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