Estamos perante uma narrativa de rosto humanista que atravessa as fronteiras de um bairro social, que com o encanto da espontaneidade convida o leitor a parar para pensar, numa luta inquietante de unir o que o nosso tempo dividiu. A jovem Lia é a protagonista que sonha e que faz envolvendo e levando os outros a fazerem o que deve ser feito. Que importa não ter ferramentas? Que importa não ter preparação? Que importa não ter ninguém se a força de vontade e o optimismo nascem, como água de uma fonte regeneradora, que cada um tem dentro de si?
Sinopse
Estamos perante uma narrativa de rosto humanista que atravessa as fronteiras de um bairro social, que com o encanto da espontaneidade convida o leitor a parar para pensar, numa luta inquietante de unir o que o nosso tempo dividiu. A jovem Lia é a protagonista que sonha e que faz envolvendo e levando os outros a fazerem o que deve ser feito. Que importa não ter ferramentas? Que importa não ter preparação? Que importa não ter ninguém se a força de vontade e o optimismo nascem, como água de uma fonte regeneradora, que cada um tem dentro de si?
Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)