Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos mais de quatrocentos quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar.
Quatro pequenos navios - tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! - Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam.
O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação. Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heroica!
Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Em Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões contados às Crianças e Lembrados ao Povo, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.
Sinopse
Adaptação em prosa de João de Barros
Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos mais de quatrocentos quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar.
Quatro pequenos navios - tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! - Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam.
O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação. Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heroica!
Assim inicia João de Barros a sua adaptação em prosa de Os Lusíadas, o poema épico português. Em Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões contados às Crianças e Lembrados ao Povo, o autor condensa e simplifica a leitura dessa joia da literatura nacional, tornando-a acessível a um público mais jovem, mas interessado em conhecer a sua História e as suas Origens.
Ficha Técnica
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