Ermes Ronchi, que já tinha alcançado os leitores portugueses com a sua belíssima reflexão sobre As Casas de Maria (Paulinas Editora), oferece-nos, aqui, duas pérolas inestimáveis que induzem ao anúncio de uma teologia da amizade, pois "a amizade pura é uma imagem da amizade original e perfeita que é a Trindade", nas palavras de Simone Weil. A amizade é uma experiência discreta, que irrompe em silêncio, a partir de um laço de afeição ou de estima, gerando marcas humanas e espirituais inapagáveis. As sociedades permitem-se tutelar o amor, institucionalmente; mas não há lei escrita que tutele a amizade. A ética da amizade vem apenas inscrita nos corações. (Do "Prefácio" de TOLENTINO DE MENDONÇA)
Sinopse
Ermes Ronchi, que já tinha alcançado os leitores portugueses com a sua belíssima reflexão sobre As Casas de Maria (Paulinas Editora), oferece-nos, aqui, duas pérolas inestimáveis que induzem ao anúncio de uma teologia da amizade, pois "a amizade pura é uma imagem da amizade original e perfeita que é a Trindade", nas palavras de Simone Weil. A amizade é uma experiência discreta, que irrompe em silêncio, a partir de um laço de afeição ou de estima, gerando marcas humanas e espirituais inapagáveis. As sociedades permitem-se tutelar o amor, institucionalmente; mas não há lei escrita que tutele a amizade. A ética da amizade vem apenas inscrita nos corações.
(Do "Prefácio" de TOLENTINO DE MENDONÇA)
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