O objetivo desta obra não é censurar ou transmitir a mensagem de que a
utilização das novas tecnologias de comunicação é perigosa e que é
preciso restringi-la. Aliás, a investigação na Europa mostra que os
jovens fazem utilizações positivas e potencialmente benéficas destas
novas ferramentas de comunicação, já que a faixa etária dos 9-16 anos
também utiliza a Internet para o trabalho escolar (85%), para brincar
(83%), ver videoclips (76%) e usar as mensagens instantâneas (62%).Pelo
contrário, a obra pretende identificar com mais clareza os perigos
efetivamente associados a esta utilização, com o fim de promover uma
utilização positiva e produtiva dos novos meios de comunicação de que
temos o privilégio de beneficiar nos dias de hoje e permitir uma
segurança melhor e maior proteção dos utilizadores. Os autores procuram
esclarecer sobre os meios de intervenção atualmente à disposição. Esta
obra apenas se interessa pela violência entre jovens. Não se tratará,
portanto, de abordar a violência cometida por adultos sobre os jovens ou
vice-versa. Também não existe a preocupação com os conteúdos perigosos,
excetuando os conteúdos publicados pelos próprios jovens, pondo-os em
situação de risco. Ao longo deste livro, fala-se dos «jovens». Embora
seja claro que não existe um grupo homogéneo de jovens e que os
comportamentos e atitudes de risco mudam em função do contexto social e
das idades dos indivíduos, como se observa no texto, o termo «jovem»
refere-se à faixa etária dos «9-25 anos», e isto por razões de
comodidade. O que não impediu de precisar e de diferenciar os grupos em
função dos critérios mencionados, segundo a pertinência da análise.
Sinopse
Ficha Técnica
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