Obra literária e plástica totalmente concebida por José de Almada
Negreiros para celebrar e homenagear Orpheu e todos os seus amigos
artistas que o fundaram em 1915. Com esta edição especial de tiragem única, a Ática - chancela integrada na Babel - celebra o centenário de Orpheu. «Trata-se
da maquete de um livro de poeta-pintor que, pela sua própria fulguração
material, é, de novo, o gesto de Orpheu. É também um livro que celebra
um acto colectivo de artistas de poesia e de pintura, feita pelo mais
representativo dos que ainda se mantêm, em 1965, vivos em corpo e alma.
Livro-gesto sobre um grupo e uma poética que em Portugal se chamou
Sensacionismo ou Futurismo, e correspondeu à revolução nas artes que
explodia na Europa no mesmo momento. Orpheu 1915-1965 é uma cópia manuscrita que parece recuar à raiz
da forma-livro, o códice, brincando com isso e indo mais longe, como a
Vanguarda obriga.»
Sinopse
Com esta edição especial de tiragem única, a Ática - chancela integrada na Babel - celebra o centenário de Orpheu.
«Trata-se da maquete de um livro de poeta-pintor que, pela sua própria fulguração material, é, de novo, o gesto de Orpheu. É também um livro que celebra um acto colectivo de artistas de poesia e de pintura, feita pelo mais representativo dos que ainda se mantêm, em 1965, vivos em corpo e alma. Livro-gesto sobre um grupo e uma poética que em Portugal se chamou Sensacionismo ou Futurismo, e correspondeu à revolução nas artes que explodia na Europa no mesmo momento.
Orpheu 1915-1965 é uma cópia manuscrita que parece recuar à raiz da forma-livro, o códice, brincando com isso e indo mais longe, como a Vanguarda obriga.»
Ficha Técnica
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