Um grito lancinante que não se ouve...um apelo aos sentidos que desconcerta. Uma escrita despojada que apela à deconstrução de um futuro que não chega, cerceado nas barreiras construídas hoje, em rostos ou situações, que se impõem com a violência de uma destruição anunciada. Uma réstia de esperança. Um sorriso que se acalenta. Onde deixaste a infância, de Lurdes Pontes, resiste a ossos e corpos fragmentados, antevê a quebra da prisão corpórea e anuncia a promessa do amanhã. Um amanhã contido em todas as infâncias, um futuro que se deseja que irrompa como uma força purificadora. Hino incontido e maior à força e fragilidade das crianças, Onde deixaste a infância obriga-nos a olhar, bem de perto, a violação do mais importante contido em cada ser humano. E aguarda a redenção. Da primeira à última página.
Sinopse
Um grito lancinante que não se ouve...um apelo aos sentidos que desconcerta. Uma escrita despojada que apela à deconstrução de um futuro que não chega, cerceado nas barreiras construídas hoje, em rostos ou situações, que se impõem com a violência de uma destruição anunciada. Uma réstia de esperança. Um sorriso que se acalenta. Onde deixaste a infância, de Lurdes Pontes, resiste a ossos e corpos fragmentados, antevê a quebra da prisão corpórea e anuncia a promessa do amanhã. Um amanhã contido em todas as infâncias, um futuro que se deseja que irrompa como uma força purificadora. Hino incontido e maior à força e fragilidade das crianças, Onde deixaste a infância obriga-nos a olhar, bem de perto, a violação do mais importante contido em cada ser humano. E aguarda a redenção. Da primeira à última página.Ficha Técnica
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