A construção da identidade socioprofissional é aqui articulada com as questões de género com vista a compreender como o Estado e as representações sociais contribuem para sexualizar as profissões. Partindo do caso da enfermagem dá-se conta do papel do Estado na construção de uma profissão feminizada e confronta-se esta identidade histórica com as representações e os percursos de socialização desiguais entre rapazes e raparigas. Esta obra mostra assim como os/as jovens inquiridos/as levam para a profissão que escolhem percursos e expectativas segundo o género, que vão depois articular-se com a identidade de uma profissão também ela historicamente construída segundo o género. Sendo esta análise para as profissões socialmente construídas como masculinas ou femininas, este estudo tem como objecto de partida a enfermagem historicamente constituída como maioritariamente feminina.
Sinopse
A construção da identidade socioprofissional é aqui articulada com as questões de género com vista a compreender como o Estado e as representações sociais contribuem para sexualizar as profissões. Partindo do caso da enfermagem dá-se conta do papel do Estado na construção de uma profissão feminizada e confronta-se esta identidade histórica com as representações e os percursos de socialização desiguais entre rapazes e raparigas. Esta obra mostra assim como os/as jovens inquiridos/as levam para a profissão que escolhem percursos e expectativas segundo o género, que vão depois articular-se com a identidade de uma profissão também ela historicamente construída segundo o género. Sendo esta análise para as profissões socialmente construídas como masculinas ou femininas, este estudo tem como objecto de partida a enfermagem historicamente constituída como maioritariamente feminina.Ficha Técnica
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