"Daumal identifica poema com mantra, fórmula sonora destinada, tal como a oração do Hesicasmo e a música sacra, a trazer de volta incessantemente o nosso olhar para o centro intolerável da nossa solidão.[…]Este poeta santo, na sua complexa simplicidade, rejeitava a apologética de um catolicismo modernista e sentimental, mas compunha, com austeridade e delicadeza, comentários cristianíssimos ao Livro de Horas, de Estienne Chevalier, rejeitava a psicanálise e toda a espécie de neo-espiritualismos, mas compunha poemas subterrâneos e espirituais, em combate e ascese (A Guerra Santa é um desses poemas), e disse não aos marxistas porque negam a mística, e disse não aos surrealistas porque crêem na mística sem nela ter fé misticamente.” António Barahona
Sinopse
"Daumal identifica poema com mantra, fórmula sonora destinada, tal como a oração do Hesicasmo e a música sacra, a trazer de volta incessantemente o nosso olhar para o centro intolerável da nossa solidão.[…]Este poeta santo, na sua complexa simplicidade, rejeitava a apologética de um catolicismo modernista e sentimental, mas compunha, com austeridade e delicadeza, comentários cristianíssimos ao Livro de Horas, de Estienne Chevalier, rejeitava a psicanálise e toda a espécie de neo-espiritualismos, mas compunha poemas subterrâneos e espirituais, em combate e ascese (A Guerra Santa é um desses poemas), e disse não aos marxistas porque negam a mística, e disse não aos surrealistas porque crêem na mística sem nela ter fé misticamente.” António BarahonaFicha Técnica
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