Do Prefácio: «Tal como um elixir precioso, quando um escritor, como Fialho, atinge a plenitude dos artifícios da sua arte, o entusiasmo inebriante que o eleva às esferas sublimes da beleza é uma sensação que nos contagia e nos faz fremir, como se compartíssemos um banquete divino. Não, não é o que se oferece o corvo, do homónimo conto, “um corvo velho e calculado”, mas o que nos faz penetrar num éden que é feito da perfeição da linguagem, tal como uma paisagem ideal, um mar e um céu de “plaino líquido”, que a “luz come[ça] a esclarecer de manso”, e onde, “de roda”, tudo “se alarga sob a coral de luz que a manhã canta”. O banquete a que Fialho nos convida, é, pura e simplesmente, o banquete da literatura. [...]»
Sinopse
Do Prefácio:
«Tal como um elixir precioso, quando um escritor, como Fialho, atinge a plenitude dos artifícios da sua arte, o entusiasmo inebriante que o eleva às esferas sublimes da beleza é uma sensação que nos contagia e nos faz fremir, como se compartíssemos um banquete divino. Não, não é o que se oferece o corvo, do homónimo conto, “um corvo velho e calculado”, mas o que nos faz penetrar num éden que é feito da perfeição da linguagem, tal como uma paisagem ideal, um mar e um céu de “plaino líquido”, que a “luz come[ça] a esclarecer de manso”, e onde, “de roda”, tudo “se alarga sob a coral de luz que a manhã canta”.
O banquete a que Fialho nos convida, é, pura e simplesmente, o banquete da literatura. [...]»
Ficha Técnica
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