O leitor tem nas mãos um Roteiro, que o provocará a ir até Belém, para ver com os seus próprios olhos aquelas pedras carregadas de 500 anos de história. Nenhuma leitura literária dispensa a leitura visual pessoal. Com ela virá a emoção estética e a vibração histórico-cultural, ou mesmo religiosa, brotarão talvez interrogações e apelos de mais amplas análises.Na presente publicação pretende-se primordialmente fazer uma descrição do Mosteiro dos Jerónimos tal como existe hoje. A descrição reflecte a óptica pessoal do Autor, que se não furta a evocar tempos e factos do passado. Mas o objectivo é de encaminhar os leitores para a contemplação directa do sumptuoso monumento.O nome sincopado Jerónimos basta hoje em dia para designar inequivocamente o que resta do grandioso monumento que foi (até 1834) o Mosteiro de Monges da Ordem de São Jerónimo, consagrado desde o início do século XVI com a invocação de Santa Maria de Belém.A denominação de Santa Maria de Belém vinha já dos tempos do Infante Dom Henrique, que edificara (ou reedificara...) na praia do Restelo uma igreja com funções paroquiais, a que ligara aquele título, e que doara (em 1460) à Ordem de Cristo.Curiosamente, esta mesma invocação absorvia acaso outra mais antiga, mas do mesmo significado mistérico: Nossa Senhora da Estrela. A misteriosa estrela que conduzira os Reis (Magos), vindos do Oriente, até Belém de Judá, para homenagear o Menino: continuava irradiando o seu mistérico simbolismo, agora que Lisboa, qual nova Jerusalém, via chegarem-lhe as especiarias do Oriente.
Sinopse
O leitor tem nas mãos um Roteiro, que o provocará a ir até Belém, para ver com os seus próprios olhos aquelas pedras carregadas de 500 anos de história. Nenhuma leitura literária dispensa a leitura visual pessoal. Com ela virá a emoção estética e a vibração histórico-cultural, ou mesmo religiosa, brotarão talvez interrogações e apelos de mais amplas análises.Na presente publicação pretende-se primordialmente fazer uma descrição do Mosteiro dos Jerónimos tal como existe hoje. A descrição reflecte a óptica pessoal do Autor, que se não furta a evocar tempos e factos do passado. Mas o objectivo é de encaminhar os leitores para a contemplação directa do sumptuoso monumento.O nome sincopado Jerónimos basta hoje em dia para designar inequivocamente o que resta do grandioso monumento que foi (até 1834) o Mosteiro de Monges da Ordem de São Jerónimo, consagrado desde o início do século XVI com a invocação de Santa Maria de Belém.A denominação de Santa Maria de Belém vinha já dos tempos do Infante Dom Henrique, que edificara (ou reedificara...) na praia do Restelo uma igreja com funções paroquiais, a que ligara aquele título, e que doara (em 1460) à Ordem de Cristo.Curiosamente, esta mesma invocação absorvia acaso outra mais antiga, mas do mesmo significado mistérico: Nossa Senhora da Estrela. A misteriosa estrela que conduzira os Reis (Magos), vindos do Oriente, até Belém de Judá, para homenagear o Menino: continuava irradiando o seu mistérico simbolismo, agora que Lisboa, qual nova Jerusalém, via chegarem-lhe as especiarias do Oriente.Ficha Técnica
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